CENA 1
Jantar “multinacional”, ocorrido no Rio de Janeiro. Digamos que fossem quatro casais: um de brasileiros, um de noruegueses, um de ingleses e um casal “binacional” — ele da Noruega, ela dos EUA. A conversa passeia por vários temas, concentrando-se agora nos acidentes de trânsito, especificamente sobre o inexistente respeito a quem atravessa na faixa [...]
Posts under ‘sociedade’
“Baseado em fatos reais”
Intervenções
“Knitta, Please! surgiu há quase dois anos. No começo era um movimento limitado e pouco definido, mas evoluiu até o âmbito da street art e logo nos tornamos um grupo de graffiti knit. Nossas criações combinavam a natureza masculina e ilegal do graffiti com a cadência feminina própria do exercÃcio de tricotar. Somos um grupo [...]
Domingo
Avenida Nossa Senhora de Copacabana, esquina com Figueiredo de Magalhães, nada menos que o cruzamento mais movimentado do bairro de Copacabana.
Sobre sexo: sobra sexo
Si tu avances et tu recules,
Comment veux-tu,
comment veux-tu que je t’encule?…
O caminho para chegar a esse versinho foi tÃpico da internet: em uma lista de discussão, um dos participantes falou da Paula Lee. Esta, por sua vez, comentou em seu blog sobre alguns livros da Valérie Tasso, dando o endereço de sua página, onde [...]
Cidadania, modo de usar
François voltou furioso, de um jeito que nunca vÃramos. “Nessas horas é melhor não falar com ele”, disse a esposa. E o que teria acontecido tão cedo (7:00 a.m.), se ele só fora logo ali, levar a filha caçula à escola?
Ficamos, nós quatro, acompanhando a sua ira, que desabava sobre as teclas do telefone e [...]
PÃlulas de sabedoria
Este livro (Como Conquistar Mulheres Sem Fazer Fôrça. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, 1965), da autoria de Shepherd Mead e com prefácio de Jorginho Guinle, estava numa velha e empoeirada estante — hoje pintada de branco, na sala lá de casa —, e sei de sua existência há anos. Hoje resolvi compartilhar um pouco da [...]
Somos todos japoneses
Não, não soube de nenhum novo 11 de setembro em Nagasaki, bomba no metrô londrino de Tóquio ou nos trens madrilenhos de Osaka que inspirasse em mim esse tÃtulo. Não se trata, hoje, de qualquer sentimento solidário por alguma vÃtima do terror contemporâneo. É apenas o inÃcio de uma singela reflexão: a de constatar, [...]



